Uma das pessoas que comigo foi ver, e ouvir, este homem não gostou nada. A monotonia parece ser uma das críticas que mais lhe fazem. Talvez tenham razão. Não sei. Eu gostei. Que mal tem ser monótono? E este é? Em Maio há cultura a mais. O sossego sabe bem, às vezes. Depois de uns dias de molho, só me apetece continuar a dormir. Até porque falar me custa.
sábado, maio 28, 2011
sábado, maio 21, 2011
terça-feira, maio 17, 2011
quinta-feira, maio 05, 2011
Mais do mesmo
Vou esperar que no sítio do costume me expliquem porque é que não estamos na final. Para o ano há mais futebol, não sem antes nos livrarmos do Roberto e de metade desta equipa, espero. Jesus parece que fica, mas vai ter que ganhar juízo. Não gosto da equipa do Braga, porque, não sei se desde que o Domingos lá acampou, todos odeiam o nosso clube. Há uns anos batiam palmas quando o Benfica marcava golo. Não pedia tanto, mas agora atiram os cães aos jogadores. Não gosto de fitas, de pancada, nem de ódios, como vejo habitualmente nos jogos do Braga, mas hoje isso não me impede de lhes dar os parabéns. Enquanto espero pela explicação, sei que a nossa equipa está muito fraquinha. Coentrão é sempre o homem que está acima de todos os outros.
segunda-feira, maio 02, 2011
Bocadinho da letra
Hoje soube que uma pessoa que esteve à minha mesa na Páscoa está a morrer. Apesar do cansaço, não parecia. E eu já vi, como sabem, muita gente nestes momentos. O dia antes disto também foi chato, porque as pessoas são como são. E as atitudes continuam a mostrar mais do que as palavras. Sempre. Depois, estar à flor da pele devia ser proibido. Em contrapartida, o meu irmão está longe, mas bem.
sábado, abril 30, 2011
terça-feira, abril 26, 2011
Concordo
Digam lá se esta música não é animadinha. Eu gosto. Pontes naturais. Há ligações que nunca se perdem. Há pessoas com as quais é fácil estabelecer e manter pontes naturais. Há dias atrás, uma pessoa dizia-me que quem é desconfiado não é certo. Certo. Com estas não há ponte que resista. Daqui a uns dias vamos comemorar duas vezes o dia de hoje. Um dos chefes que tive, sabiamente, dizia que nunca se deve esquecer uma data. Há que comemorar.
quarta-feira, abril 20, 2011
Espero que o Mourinho ganhe.
O nosso país está uma bandalheira. Não é nada difícil encontrar exemplos. O que nos rodeia, até às palavras do Presidente no facebook. Absurdo. Hoje os rapazes estão no estádio, já tinha saudades de saber deles.
quinta-feira, abril 14, 2011
Tenho saudades das tertúlias.
Eu não digo asneiras, pois não. Mas há quem as diga por mim, neste problema.
sexta-feira, abril 08, 2011
quinta-feira, abril 07, 2011
E já tenho um para levar
Confesso que tenho muitos livros por ler. Os que o meu irmão me tem dado, por exemplo. Há umas semanas andava por aqui perdido o filme "Chocolate" com a bonita Juliette Binoche e apeteceu-me vê-lo, coisa que muito raramente faço. Rever coisas. Cansa-me. Mas ao rever este filme lembrei-me de disciplina. Ser disciplinado. Sei que devia ser por vontade, por gosto. Mas, à falta disto tudo, por andar sempre com a cabeça noutras coisas, vou ter que me disciplinar. Em várias coisas. A começar pelos livros. O meu objectivo será simples: desviar a minha atenção para coisas menos desgastantes, efémeras, soltas. A imaginação dos outros e assim.
quarta-feira, abril 06, 2011
segunda-feira, abril 04, 2011
Um dia depois
Certo, como sempre. André Villas Boas continua a ser um palerma: "O treinador do futebol sénior do clube, André Vilas Boas, que logo na entrevista curta após o jogo lembrou que «o adepto» que há nele prevalece sempre sobre o profissional, veio repetir a ideia do «grito de revolta», e outros exemplos lhe seguiram". Do Roberto não consigo falar. Uma amiga minha, durante o jogo, ligou-me 4 vezes a maltratá-lo. Salve-se a meteorologia. Hoje parece que esteve um dia lindo.
sexta-feira, abril 01, 2011
Hoje janta-se
Esta era uma música para sexta-feira. Porque já não aguento ver o José Rodrigues dos Santos na Líbia no meio do deserto com os "rebeldes". Para que servem aquelas reportagens e os directos que vai fazendo todos os dias? Escrever e vender livros. A esquerda quer unir-se contra a crise. Não sabem bem como, mas há que aproveitar a "geração à rasca" e o que sobrou daquela manifestação. Hoje passou por mim um rapaz numa cadeira-de-rodas. Sem uma perna, sem pele e cabelo. Eu estava a tirar um café numa maquineta. Descer à terra, é o que sinto quando isto me acontece. Amanhã não quero festa, vamos lá ver a brincadeira.
quarta-feira, março 30, 2011
Hoje estou contente pelo meu irmão, venha o que vier
Nunca se esqueçam do essencial. O que sentimos pelos outros. Do amor, aos amigos. O resto é conversa. Há que fazer pela vida. Dizia o Zé, ontem. Lembro-me muito poucas vezes que a minha mãe, praticamente a vida inteira, via o meu pai, quando via, duas vezes por semana. Não sei. A distância é nada, a ausência é tudo. A este propósito também me ocorre falar do tempo. Aquele que cedemos aos outros, e o outro. O nosso. Há que fazer pela vida.
terça-feira, março 29, 2011
Detesto mal-entendidos
Mas acredito em pessoas sensatas. E também sei que não consigo tratar gente diferente como igual. Já aqui o tinha dito. Não me convidem para o fazer. Só vos digo, o que vale é que não tenho que me dar com toda a gente. Só de passagem, e o que me custa. Não se iludam, o defeito é meu.
domingo, março 20, 2011
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