quarta-feira, março 25, 2009

Obrigada

Não pensem que gosto de me sentir assim. Aborrecida. À flor da pele. Hoje, a pedido, enviaram-me umas músicas. Uma delas é uma canção de amor, como dizia o remetente. Podia contar-vos o que me tem melhorado, vagarosamente, mas são coisas tão pequeninas que não iam acreditar. Ando tão à flor da pele. Mas, o melhor do mundo são as pessoas.

segunda-feira, março 23, 2009

domingo, março 22, 2009

Saturação

O que me pedem, no fundo, é que espere. Que aceite tudo. E eu, que estou tão cansada, não sei se consigo. Muito poucas vezes tive tantas dúvidas sobre as minhas capacidades. De esperar. Sempre tive tanta paciência. Para coisas que ia vendo. Sempre achei que as coisas iam melhorar. E nunca parei. E, até estes dias, muito eu acreditava. Mas, pela primeira vez, nestes anos todos, duvido que melhorem. Apesar de esperarem que eu faça muito e bem, estou saturada.

Acabar entre papoilas

Hoje comprei A bola. Como faço, algumas vezes. Quando me lembro. Ontem vi o jogo, mais uma vez mal, a meio de um jantar em que se festejava o 15º aniversário do meu sobrinho. O jogo pouco interessou à maioria das pessoas que estavam a festejar. Mas, aquando dos penaltis, juntou-se tudo à volta da televisão. Eu não voltei a ver as imagens. É evidente que não foi penalti. Pareceu-me que o Quim fez três excelentes defesas, duas delas a mostrar o grande jogador que é. Para os da outra equipa os seus jogadores marcaram mal. Não percebi bem aquele abraço de Quique. Foi mais do que isso. Voltará agora à baliza? Katsouranis parece que não fez um grande jogo. Ainda mais porque falhou o penalti que lhe destinaram. Já falei várias vezes aqui dele, está perdoado. Quando Paulo Bento diz que não costuma falar de arbitragens, faz-me rir. Podiam ter escolhido outro jornalista para entrevistar Lucílio Baptista. O homem assumiu o erro. E justificou a decisão dizendo que no campo teve a certeza do penalti, e que um dos fiscais de linha lha confirmou. E que o outro, não disse que não era penalti, como disseram os jogadores do Sporting, mas que não tinha visto. Não vou sequer falar daquela medalha atirada para o relvado. Poucos falam da paixão benfiquista como RAP. Apanho muitas vezes filmes a meio, e vejo-os. A alguns, mas este tinha Denzel Washington.

sábado, março 21, 2009

Chamar à razão

Quem gosta de escrever gosta de pensar. Já tinha sentido isto. Já tinha ouvido isto nas palavras de escritores. Daqueles a sério. Ao vivo. Há muito pouco tempo li-o outra vez. Disseram-me. E eu rendo-me a isto. Só há o perigo de pensar demais e escrever demais. Principalmente quando se sente o nosso humor como o cão. E, porque isto não está para emoções, desejo-lhes uns bons dias de descanso.

Outra vez a estratosfera

A primeira vez que oiço o Vitor Baia falar à Rui Costa. Palavras certas, inesperadas até, mas acertadas. A propósito do sorteio. Do Manchester. Duas taças cada equipa.

sexta-feira, março 20, 2009

Aprender

O tema que me ocupou mais recentemente foi o stresse. De seguida vem o stresse aliado a doenças metabólicas e, logo, logo a seguir, a obesidade. Até dia 15, fora as coisas rotineiras, é isto que me vai ocupar. Preciso de tempo para ir ao cinema. Montes de filmes que quero ver, o que é raro. É que se não vou já, depois já não me apetece. Um amigo meu falou-me bem, bem, bem do Milk. Outra amiga do indiano. Deste, também já houve quem não gostasse. Enfim, eu quero ver Clint Eastwood e o Brad Pitt. E os que me apetecer. Gostem ou não.
Esta semana, por momentos, senti uma alegria quase infantil, apesar do cão agarrado ao pescoço. Como se tivesse conseguido algo importante. Motivador. Depois, o que parece nunca é, pois não? Tenho aprendido, por muito que custe, que a vida é muito menos bonita do que parece. Afinal, o cão não anda aqui por acaso.

Ou rosas

Menos bem disposta

Já acordei há uns dias, mas ainda estou mal.

terça-feira, março 17, 2009

Mas bem disposta

Hoje andei o dia todo com um cão agarrado ao pescoço. Acabei de tomar um valium. Há muito tempo que não tomo uma coisa destas. Vamos lá ver quando e como acordo. Hoje também comprei uma camisola. Azul. Bonita que se farta. Petróleo. Tomei café há uma meia hora. Prevejo sono.

segunda-feira, março 16, 2009

sábado, março 14, 2009

Details

Há uns tempos disseram-me para fazer intervalos. Para não trabalhar de forma contínua. Quem me disse sabe que precisamos de respirar, de parar. De pausas. De esquecer, nem que seja nas pequenas pausas, as preocupações, as responsabilidades. Este fim-de-semana precisava de trabalhar, mas não me esqueci do que me disseram. Hoje andei por aí. Afastada do trabalho. Apesar do dia ter sido longo e pouco luminoso. Serviu para me esquecer do que tinha para fazer. Amanhã ainda é fim-de-semana. E de manhã vou prolongar esta pausa. Continuo a gostar de pormenores. É por eles que me apaixono.

50 mil adeptos no estádio?

O desaire anunciado. Nem tenho visto os jogos, mas, pelo que tenho lido, o futuro não é risonho. Alguém percebeu as substituições de Quique?

Apatia

Há um par, ou um pouco mais, de anos o António Barreto veio discursar na comemoração do dia da minha faculdade. E eu não gostei nada do que disse. As suas palavras soaram-me tão pessimistas, tão vazias de alma, tão descrentes, tão apáticas, que o homem me surpreendeu. Não gosto de demagogia. Mas gosto de motivar e de me sentir motivada. Não seria essa a mensagem que se esperaria de um intelectual, que vem comemorar connosco os 180 anos da nossa faculdade? Não gostei. Apesar das dificuldades, acredito no futuro. Acredito na formação, no conhecimento. E que só conhecendo podemos viver melhor. Sempre que leio alguma coisa sobre este homem, lembro-me desse dia. Em que o vi, como ele muito provavelmente é. Cinzento. E, por isso, discordo totalmente disto. Talvez não tenha bom gosto, só se for.

Bom dia

...

sexta-feira, março 13, 2009

Barco negro

Tenho um grande respeito pelos homens que vão ao mar. Sabem qual é este? Cliquem na imagem, só assim verão o azulejo.

As pessoas mais simpáticas estão no centro

A minha irmã diz que as pessoas estão cada vez mais broncas. Que por cá a mentalidade em vez de melhorar tem piorado. Cá, no país. Mas também diz que mais para sul as pessoas são mais desprendidas, mais abertas. Menos preconceituosas. Aqui diz que entra numa repartição pública e que a olham de alto a baixo. Quem nunca foi olhada nestes termos? Mas que lá mais para baixo as pessoas se comportam de forma mais liberta. Eu se calhar também vejo essas atitudes por aqui. Mas, felizmente, ainda há gente simpática e também liberta por cá. Talvez pouca, ok.

quarta-feira, março 11, 2009

É o cansaço

Há dias em que me apetece não pensar em coisas más.

É o cansaço

Há dias que me apetece estar rodeada de pessoas doces. Sabiam que previne o stresse?